Plano econômico de Flávio Bolsonaro é denunciado por Lindbergh como prejudicial aos trabalhadoresbrasileiros

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Com a consolidação do nome de Flávio Bolsonaro como representante da extrema direita para disputar a Presidência da República, uma pergunta começa a pairar no ar: qual será o plano econômico do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro para o Brasil? Quem traz uma primeira resposta é o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ), que alerta que […]

Com a consolidação do nome de Flávio Bolsonaro como representante da extrema direita para disputar a Presidência da República, uma pergunta começa a pairar no ar: qual será o plano econômico do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro para o Brasil?

Quem traz uma primeira resposta é o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ), que alerta que a proposta econômica de Flávio Bolsonaro deve se configurar como “um ataque brutal aos trabalhadores” e que o congelamento do salário mínimo já está em discussão entre economistas que podem vir a integrar a equipe econômica do pré-candidato à Presidência pelo PL.

“O Flávio Bolsonaro tem um programa de governo radicalmente anti-povo e ele está escondendo. Você sabe que o Mansueto Almeida, que é um dos cotados para ser o ministro da Fazenda do Flávio Bolsonaro, deu uma declaração essa semana de que ‘não dá pra aguentar o salário mínimo crescendo desse jeito'”

Em seguida, Lindbergh destaca a política de valorização do salário mínimo do governo Lula:

“Com o Lula, o salário mínimo tem crescimento real. No governo do Temer, o Mansueto foi ministro, trabalhou no governo Temer, o salário mínimo estava congelado. No governo Bolsonaro, o salário mínimo foi congelado. Tem mais: o Rogério Marinho, que é o coordenador de campanha do Flávio Bolsonaro, disse que a primeira tarefa do governo deles é fazer uma reforma da Previdência, isto é, atingir mais aposentados”

Posteriormente, o deputado do PT afirma que o plano de Flávio Bolsonaro vai de encontro ao fim da escala 6×1:

“A reforma trabalhista deles é no sentido oposto à nossa luta contra o fim da escala 6×1, vida além do trabalho, as pessoas não podem ser escravizadas. Na reforma trabalhista deles é um banco de horas. A pessoa pode trabalhar 12h por dia. O projeto deles é igual ao do Milei, que foi aprovado na Argentina.”

Em outro momento, Lindbergh diz que a proposta de Flávio é “submissa aos EUA”:

“Por que o Flávio Bolsonaro ainda não apresentou o seu programa de governo? Ele tinha anunciado que ia apresentar em março. É porque ele sabe que é impopular. Ele quer esconder isso […] o programa do Flávio Bolsonaro é uma mistura de neocolonização, eles querem ser submissos aos EUA, e de brutal ataque aos direitos dos trabalhadores.”

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