Os profissionais que passaram a incorporar a inteligência artificial em suas rotinas têm observado uma mudança na percepção acerca dessas ferramentas. O conceito de Doping Digital, que fazia alusão ao uso de substâncias proibidas para obter vantagens em competições esportivas, perdeu relevância em 2026 entre os líderes do setor, que agora consideram a IA como uma infraestrutura cognitiva, não como uma forma de desonestidade.
Transformações no ambiente profissional
De acordo com análises do mercado, a automação não substitui empregos, mas transforma funções ao eliminar tarefas repetitivas e abrir espaço para atividades mais estratégicas. No ano de 2026, a adaptação nas carreiras ganhou velocidade, e a capacidade de se ajustar tornou-se um diferencial apreciado pelos empregadores. As organizações estão cada vez mais focadas em profissionais que possam coordenar e aplicar tecnologia de maneira visionária, e não apenas em quem possui habilidades técnicas específicas.
Ética, produtividade e transparência
A indagação “é antiético utilizar o ChatGPT no trabalho?” pode ser respondida de forma simples: não, desde que haja responsabilidade e clareza sobre os resultados gerados. O problema surge quando o uso é feito de maneira clandestina, fenômeno conhecido como Shadow AI ou BYOAI (traga sua própria IA), onde colaboradores utilizam algoritmos sem informar seus superiores por medo de julgamentos. Essa prática pode acarretar riscos operacionais e promover a terceirização do pensamento crítico, levando à incapacidade de verificar e validar as entregas realizadas por máquinas.
As empresas são incentivadas a fomentar um uso ético da IA, promovendo-a como uma ferramenta que eleva a qualidade do trabalho, em vez de substituir o esforço humano. Evitar o chamado placebo digital — aquela ilusão de produtividade sem valor real — é considerado crucial para manter a competitividade no mercado.
A importância da curadoria humana
Com o aumento da execução automatizada, cresce também a necessidade de uma curadoria humana rigorosa. Embora qualquer pessoa possa criar um texto ou rascunho utilizando inteligência artificial, poucas são capazes de assegurar precisão, ética e alinhamento estratégico no conteúdo produzido. Assim, o papel dos profissionais se transforma em algo semelhante ao de um editor-chefe: auditar as lógicas da máquina, aplicar julgamento crítico e sensibilidade cultural ao decidir sobre a versão final dos projetos.
A combinação de habilidades humanas com tecnologias — conhecida como modelo Centauro (humano + IA) — é considerada vantajosa, pois tende a resultar em produções mais precisas. Delegar adequadamente as tarefas cognitivas enquanto mantém responsabilidade sobre o resultado final é visto como essencial para o futuro das profissões.
Imagem: Divulgação
Perspectivas sobre o tema
Norberto Maraschin Filho, Vice-presidente de Negócios de Consumo e Mobilidade da Positivo Tecnologia, argumenta que empregar IA no ambiente profissional é um sinal de maturidade quando pautado pela responsabilidade e pela transparência. A Positivo Tecnologia se posiciona como parceira nesse processo de transição, oferecendo tanto hardware quanto conhecimento para uma adoção segura dessa tecnologia. A prática do trabalhador aumentado permite que os profissionais concentrem suas energias na resolução de problemas complexos e na integridade das informações, em vez de temerem a concorrência tecnológica.
Aqueles que desejam aprofundar-se nas tendências que estão revolucionando as rotinas profissionais podem acessar conteúdos e guias disponíveis no blog Positivo Do Seu Jeito.
Com informações de Meupositivo
Gudyê GR6 atua como editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, reconhecida como a maior produtora de funk do Brasil. Com vasta experiência no setor fonográfico, Gudyê lidera uma equipe dedicada à produção das últimas notícias sobre música e cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6
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